Segundo o site Vocativ, a vitória de Ronda Rousey no Rio de Janeiro engordou a conta bancária da lutadora californiana em US$ 140 mil (R$ 484,7 mil) – US$ 70 mil (R$ 242,3 mil) pelo contrato e outros US$ 70 mil pela vitória que manteve a invencibilidade. Doze lutas, doze vitórias. Todas arrasadoras, para manter o costume.

Ronda Rousey é um fenômeno. No Brasil, nos Estados Unidos e em praticamente qualquer lugar onde o UFC é popular. Outro fenômeno é o também invicto Chris Weidman, na categoria pesos-médios (já são 13 vitórias) abocanhou US$ 500 mil no UFC 187, em maio, quando atropelou Victor Belfort. Foram US$ 250 mil (R$ 866 mil) pela luta e outros US$ 250 mil pela vitória.

Na comparação entre Weidman e Ronda, descontados possíveis bônus ou direitos de imagem, vemos que ela recebeu menos de um terço pelo mesmo trabalho em comparação com um atleta tão vencedor quanto ela.

Em suas primeiras nove lutas, Weidman recebeu entre US$ 10 mil e US$ 100 mil. Quando se tornou campeão do peso médio em junho de 2013, o pagamento para a luta seguinte foi a R$ 400 mil imediatamente. Os pagamentos de Ronda foram subindo de US$ 10 mil em US$ 10 mil, até os atuais US$ 140 mil.

Ronda já falou sobre a disparidade anteriormente, e se diz satisfeita com seus vencimentos, mas aposta que quando seu cartel chegar ao nível de Floyd Mayweather, estará com pagamentos proporcionais. “Não posso esperar estar no mesmo nível ainda, não acredito nisso. Preciso de mais tempo para isso”.

Fonte: Brasil Post/ Fotos: Jeff Bottari/ Zuffa LLC

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