No dia 10 de setembro (quarta-feira), o operador de máquinas Cristiano Gomes da Silva, de 38 anos, foi morto a pedradas na Zona Sul do Recife, quando saia de um bar. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu de traumatismo craniano.

Depois de uma semana, sua mãe, a dona de casa Cleide Gomes foi ouvida, que afirma que o filho foi vítima de homofobia, “era um filho amoroso, trabalhador e homossexual assumido. Mas isso não justifica os indivíduos matarem ele. Era um direito dele”, fala emocionada.

Cleide espera que as câmeras de segurança do bar possam ajudar a polícia a identificar os três homens suspeitos do crime. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso.

Morto no bairro Ibura, Cristiano foi agredido a pedradas e pauladas por três homens após sair de um bar. Infelizmente ele será mais um número na estatística de jovens negros, gays, oriundos da periferia, a ser vítima de preconceito e ser invisibilizado pelos meios de comunicação.
Mãe acredita que filho morto a pedradas no Recife foi vítima de homofobia

Com informações de NE10.

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