Enquanto aqui no Brasil recebemos a “incrível” notícia de que um ator branco irá representar no teatro uma das figuras negras mais icônicas da cena boêmia do Rio de Janeiro, Madame Satã, lá nos Estados Unidos um grupo de fãs do filmes Star Wars – O despertar da força, faz algo inconcebível, prepara um boicote ao filme por trazer como personagens principais, uma mulher e um homem negro.

“O Despertar da Força”, é um dos mais aguardados filmes do ano, e essa notícia parece bizarra e realmente é. Numa demonstração extrema de racismo, machismo e intolerância, o movimento de fãs pede o boicote do filme pelas redes sociais, usando a hashtag #BoycottStarWarsVII.

A campanha afirma que o filme promove um marxismo cultural e (se segurem) um “genocídio branco” ao apresentar um trio de protagonistas não-caucasianos, sendo acusados de segregação racial. A campanha foi denominada de End Cultural Marxism (Fim do Marxismo Cultural).

No entanto, a franquia Guerra nas Estrelas sempre contou com personganes femininas fortes, como Leia (Carrie Fisher) e Padmé (Natalie Portman), além de atores negros em posição de destaque, como Billy Dee Williams (Lando), Samuel L. Jackson (Mace Windu) e, é claro, James Earl Jones (Darth Vader). Mas nada disso importa para quem tem o preconceito correndo na veia.

Em contrapartida, diversos fãs da saga saíram em defesa de Star Wars: O Despertar da Força, celebrando sua diversidade racial e acusando os comentários de racistas. Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme contará com a participação dos veteranos Harrison Ford como Han Solo, Mark Hammil como Luke Skywalker, Peter Mayhew será o Chewbacca, Anthony Daniels como o androide C-3PO e Kenny Baker no seu simpático R2-D2, que reprisam seus papéis da trilogia original.

E para completar o elenco teremos John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, Miltos Yerolemou, Andy Serkis,Domhall Gleeson, Max von Sydon, Lupita Nyong’o e Gwendoline Christie. Star Wars: O Despertar da Força estreia dia 17 de dezembro.

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