A última noite do Festival Móbile foi repleta de cirandas e surpresas! Quem iniciou os trabalhos foi a banda VALMER com seu rock’n roll dançante, seguidos da discotecagem da DJ Kylt, recebendo o público que já começava a chegar demonstrando que o noite traria ótimas sensações.

Abertura do show do Mombojó

Abertura do show do Mombojó

No outro palco, os pernambucanos do Mombojó chegaram num show de muita energia e interação, cantando as músicas do mais recente trabalho (Alexandre), além de faixas que contam a trajetória do grupo, fazendo o público cantar e dançar.

A volta da banda Paudedáemdoido

A volta da banda Paudedáemdoido

A surpresa veio a seguir, com a apresentação da banda Paudedáemdoido, que começou numa grande roda de coco, no meio da plateia, até chegar ao palco, e aí sim entregar o som pesado dos caras que ficaram mais de 13 anos sem tocar juntos. O show foi incrível, o som é daqueles que custa a classificar e que depois de um tempo, não se vê mais a necessidade de tentar entender, porque o que realmente se quer é dançar.

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Foi então que a primeira ciranda nasceu! E que ciranda. Foi um dos melhores momentos do festival. “Todo mundo” pulando e cantando as músicas que para muitos, fizeram parte da infância. Enquanto pulava-se na ciranda, a poeira subia, e o pé batia, e a cena ia ficando cada vez mais bonita.

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A Academia da Berlinda chegou com a sua mistura de cumbia, merengue e claro, os ritmos do Norte e Nordeste, e as músicas aclamadas, deixando seu Olindace levar à segunda ciranda da noite, entregando um público alvoraçado para a apresentação da DJ Kylt e Mc Ririca (Catarina Dee Jah).

No encerramento do Festival, Cabruêra, dona da cena toda, trouxe os maiores sucessos desses quase 20 anos de carreira, levando todas as energias que sobraram desse festival repleto de movimento, de presença e entrega. E a noite foi consagrada com a uma grande e instigada ciranda pra finalizar com chave de ouro.

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Fotos: Ricardo Puppe

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