A ideia é transpor os padrões estéticos do nu em poses e performances inimagináveis, e tantas outras clichês, criando conceitos e levantando questões sobre o que a arte pode revelar, e o que deve ser escondido, e quem os escondeu. Essa é a proposta do coletivo Pornceptual, que procura transformar a representação pornográfica em algo respeitoso, íntimo, diversificado e artístico.

O projeto, criado pelo britânico-brasileiro Chris Phillips, começou como um blog em Brasília, em 2010. Ao mudar para Berlim, passou a produzir conteúdo autoral e realizar eventos, tudo ao redor da ideia de um pornô aprofundado e estético, que se aproximasse da arte a fim de se tornar ainda mais excitante.

O projeto é uma plataforma de arte que quer contextualizar a pornografia em seu sentido usual e mostrar que um conteúdo sexual explícito pode ser considerado arte. Ele começou como uma galeria de arte erótica e depois se tornou um coletivo para as pessoas expressarem a sua sexualidade de uma forma criativa.

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Para Phillis, o Pornceptual abre as portas para que as sexualidades possam se expressar de maneira mais livre, plural e artística. As festas organizadas pelo coletivo seguem o espírito do Pornceptual, e servem como combustível para os ensaios – que muitas vezes são realizados durante as festas, oferecendo assim maneiras diversas das pessoas participarem.

O site ainda permite que as pessoas enviem suas colaborações e saibam as datas dos eventos, além de poder conhecer o trabalho já realizado pelo coletivo. Veja algumas fotos Pornceptual, e nos conte o que você achou do projeto e dos ensaios.

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