O ator norte-americano James Franco sempre esteve ligado ao universo LGBTQ, e afirma ter um certo fascínio pela cultura e pela expressão artística que envolve esse universo plural. Com diversos trabalhos na sua carreira que envolvem a temática queer, como o filme vencedor de Oscar, Milk, I Am Michael, The Broken Tower, e o poeta Allen Ginsberg, em Howl, Franco já chegou a se envolver até numa suposta saída do armário.

Em dezembro, Franco lançou um livro de poemas chamado James hétero/James gay (em tradução livre), e vem na nova edição da revista Rolling Stones em uma entrevista exclusiva onde aborda justamente essa pergunta: De onde vem a sua fascinação por tudo que é gay?

“Quando eu estudava na Universidade de Nova York, eu tive aulas sobre estudos críticos, e um dos meus favoritos era em cinema Queer. Nós enjoamos das histórias heteronormativas sobre heterossexuais e a publicidade em cima delas. Eu acredito que é saudável criar trabalhos que rompam e questionem aquilo e apresentem narrativas alternativas. É isso que um artista deve fazer”, explicou.

Em outra entrevista, contou que já foi vítima de bullying e homofobia na escola e ainda que até ter sua primeira relação sexual, achava que era homossexual. O ator postou, recentemente, fotos no seu Instagram onde se envolvia em cenas homoeróticas, indo de encontro à sua declaração de que ele seria “gay em sua arte e hetero na vida real”. O seu próximo trabalho queer é o filme King Cobra, que estreará em Abril (mas ainda sem data para chegar no Brasil), e contará a história do assassinado do produtor de filmes pornô Bryan Kocis.

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