Quem entrou no segmento “sem gênero” da moda, foi a A Zara. A marca aproveitou o boom que prega o fim da divisão entre masculino e feminino e tem tomado conta da mundo da moda. Composta por jeans, camisetas, moletons e outras peças básicas, a linha nada mais é do que um novo olhar sobre o conceito unissex em busca de colocar a marca na discussão resgatada por marcas como Gucci e Louis Vuitton, que escalou o filho de Will Smith para uma de suas campanhas femininas.

A coleção, lançada em uma página especial do e-commerce da marca, contando com roupas divididas em três tamanhos – pequeno, médio e grande. E apesar de atender a homens e mulheres, o resultado ainda acaba pesando para um lado mais masculino, já que as criações não incluem vestidos e saias básicas, por exemplo – peças que têm ultrapassado a barreira do guarda-roupa feminino nas mãos de garotos que apoiam a tendência nas ruas, como o próprio Jaden Smith.

A iniciativa da marca espanhola surge depois de outras terem feito o mesmo há alguns meses: a Toys “R” Us lançou a linha de roupa para bebés “Gender Neutral”, a Selfridges lançou a campanha Agender em março do ano passado e a Reebok seguiu o mesmo exemplo em meados de 2015. E mesmo a Zara não sendo a precursora deste segmento, ela tem um papel importante no centro das discussões por levar a questão da diferenciação de gêneros às grandes massas, tirando o assunto do segmento de luxo.

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A coleção é pequena e não vai além das dez peças, cada uma abaixo dos 50 euros. No entanto, a reação que causou não foi a melhor. Um pouco por todo o mundo, os clientes Zara começam a reagir negativamente a este lançamento, não pelo que simboliza, mas pela simplicidade das peças a que apelidam como “chatas”.

Veja algumas das fotos publicitárias da linha, e deixe sua opinião.

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