Você entra no supermercado para escolher a papinha de seu filho e se depara nas prateleiras com os sabores: “Uva Anti-Gay: Deixe seu menino se tornar homem”, ou no “Cenoura Garotões não choram: emoções são pra mariquinhas”; o que você iria pensar?

Foi com esse questionamento que a ONG norte-americana Anxiety and Depression Association of America contou ao criar a linha de alimentos infantis Gender Baby Food. A ONG trabalha com crianças com transtornos psiquiátricos como ansiedade e depressão e através do experimento, convida pais e toda sociedade a questionar as consequências dos estereótipos.

Com 12 opções de sabores nada convencionais, que iam desde “Espinafre Submisso: deixe os garotos falarem primeiro” até “Ervilhas Pervertidas: Isso é da natureza deles”, os produtos fictícios criados para a campanha refletem como os modelos de comportamento ditam o que as crianças podem ou não fazer de acordo com seu gênero e como constituem uma série de normas tolas que muitas vezes é incorporada pelos pais e nem mesmo é percebida.

No e-commerce da marca fictícia, os produtos são expostos e ao tentar adquirir algum deles a página exibe informações sobre como os estereótipos de gênero podem comprometer a saúde psicológico das crianças (clique aqui para acessar), e veja alguns exemplos das papinhas.

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