Em nota sobre a garantia de direitos às orientações sexuais, os Escoteiros do Brasil se posicionaram a respeito da homossexualidade, afirmando que “a homofobia, bem como qualquer outro tipo de discriminação, é contrária aos princípios escoteiros de tolerância e respeito às diferentes formas de pensar, sendo portanto, um comportamento que exige medidas educativas por estar em desacordo com os princípios e os valores do Movimento Escoteiro”.

O Escotismo é um movimento educacional que tem como característica desenvolver o caráter dos jovens através do compromisso, da solidariedade, do respeito, que são os princípios e deveres para com o próximo, como a valorização dos direitos humanos, e o respeito à natureza particular dos sexos, sem quaisquer preconceitos.

Sobre as relações pessoais, a nota reitera que “os jovens são convidados a desenvolver sua afetividade com respeito e pautando pelo amor seu comportamento sexual. […] as relações homoafetivas e heteroafetivas são respeitadas no Movimento Escoteiro, tanto para membros juvenis, quanto para os voluntários adultos”.

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O tema faz parte da ampla temática dos Direitos Humanos, sendo abordado no Programa dos Ramos Lobinho, Escoteiro, Sênior e Pioneiro, de forma diferenciada, própria para cada faixa etária e com material de apoio adequado, com conteúdo de cursos de formação de adultos, permanentemente revisto e adaptado às novas realidades.

Os Escoteiros do Brasil fazem parte do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), e assumem um papel relevante na formulação de políticas públicas para jovens, sendo formadores de opinião, e seguem os preceitos da Organização das Nações Unidas, que reconhece o direito da população LGBT dentro do marco legal dos Direitos Humanos.

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