No último sábado (9), em Las Vegas (EUA), a lutadora Amanda Nunes levou pra casa duas marcas históricas. Após finalizar a adversária Miesha Tate com um mata-leão, no UFC 200, a baiana tornou-se a primeira campeã brasileira da história da organização, e também a primeira lutadora assumidamente lésbica a faturar um cinturão.

Durante a coletiva de imprensa depois da luta, a brasileira mostrou orgulho de sua sexualidade e agradeceu à sua namorada, Nina Ansaroff, companheira do American Top Team e lutadora da categoria peso-palha do Ultimate.

“É incrível (ser a primeira campeã lésbica), sou feliz comigo mesma. É isso o que importa. Nina é a melhor parceira de treinos da minha vida. Ela vai ser a próxima campeã dos palhas, podem ter certeza. Ela tem muito talento e significa tudo para mim. Me ajuda demais. Eu a amo”, disse.

Segundo a campeã, sua estratégia contra Miesha era esperar o momento certo de atacar. Conhecida pela queda de ritmo no decorrer dos rounds, ela afirmou também que seguiria bem caso o duelo passasse do primeiro assalto.

“Meu plano era trabalhar minha paciência. Meu camp foi todo trabalhado nisso. Eu sabia que tinha tudo para vencê-la. Eu só precisava esperar pelo momento certo, e fiz isso essa noite. (…) Eu estava muito pronta para essa luta. Depois que passasse do primeiro round eu seguiria forte. Com certeza eu entraria forte no segundo assalto. voltar a vegas foi incrível, fui aclamada”, afirmou.

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