É isso mesmo. A Nintendo acaba de divulgar seu relatório anual de responsabilidade social, o Corporate Social Responsability Report, que é um documento público – e, no caso da Nintendo, cheio de desenhos bonitinhos e comic sans. Nele, a empresa diz que reorganizou sua forma de pensar direitos humanos para não discriminar “membros da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênero (LGBT)”.

Ao longo do relatório já estão registrados seu apoio a outras tantas causas, como combater o trabalho infantil e o preconceito racial. A eles, foram adicionados “papel de gênero” e “identidade de gênero”. O que é bem surpreendente, de certa forma, já que a Nintendo é uma empresa japonesa e bastante reservada, mesmo para os padrões nipônicos. Você pode acessar o relatório por aqui.

“Além disso, atos ilegais em violação dos direitos humanos, como trabalho infantil e trabalho forçados, são questões de importância global. Nós temos existentes mecanismos estabelecidos para erradicar tais atos de nossas atividades, mas nós temos esclarecido ainda mais a postura da companhia discutindo explicitamente eles em nossa política de direitos humanos”, ressalta o documento.

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