Chloe Allen entrou para a Guarda Escocesas ainda como homem em 2012, e iniciou o tratamento de terapia hormonal em agosto deste ano, quando mudou oficialmente seu nome. Como uma soldada transgênero de 24 anos, ela se tornou a primeira mulher a servir na linha de frente do Exército britânico.

O Exército disse que estava “muito feliz” de ter a primeira mulher em uma função de combate corpo a corpo. Em julho deste ano, o então primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron autorizou, a partir de uma orientação do comando do Exército, que mulheres pudessem servir na linha de frente.

Chloe foi informada de que poderia permanecer na infantaria e em entrevista ao jornal britânico The Sun, disse ter ficado “aliviada” ao poder falar abertamente sobre sua situação, e que inicialmente acreditava que seria obrigada a deixar o posto.

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“Toda a minha documentação com o Exército, dentro do batalhão, foi mudada e resolvida. Meu passaporte também será alterado em breve”, disse ela. “É fenomenal, é magnífico…dizer tudo o que eu sempre quis dizer e ainda servir na infantaria”, acrescentou.

O Exército britânico mantém uma política específica para homens e mulheres militares transgêneros desde 1999. No ano passado, a capitã Hannah Winterbourne, que se tornou a militar transgênera com a mais alta patente no Exército britânico e falou de sua transição e também como se tornou modelo para outros militares transgêneros.

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James Everard, comandante da unidade de Exército de campanha do Reino Unido, afirmou: “Estamos muito felizes em ter nossa primeira mulher servindo em uma unidade de combate corpo a corpo. As Forças Armadas estão provando ser uma organização inclusiva onde todo mundo é bem vindo e pode crescer (na carreira)”, acrescentou.

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