O documentário “Ser criança…”, lançado na semana passada, vem recebendo uma série de comentários e elogios pelas redes sociais, muitos deles com pessoas emocionadas, relembrando histórias das suas infâncias, comentando momentos em que se identificaram com os personagens do curta, e alguns se questionando: e se eu não tivesse sofrido homofobia na infância?

O relato do viajante e turismólogo Tito Garcez, 28 anos, é forte e comovente. Nascido em Aracajú, ele conta que sofreu bullying na escola desde a 5ª série. “No último ano já era muito difícil suportar, e isso refletia nas notas que nunca haviam sido ruins e começaram a despencar”.

Aliado ao bullying, ele começou a se sentir intimidado por outros meninos, e passou a não querer mais sair na rua. Até que na 7ª série foi obrigado a conviver com um professor de matemática homofóbico que o reprimia na sala de aula. Tito conta que a perseguição foi tanta que ele acabou reprovando pela primeira vez.

Relembrando esses momentos, Tito, que mora fora do país há dois anos, fala sobre o que poderia ser das crianças e adolescentes se não fossem o preconceito e a covardia da homofobia. Leia o relato na íntegra:

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