Neste último sábado (20), Grant Morse, o marido Sam e os três filhos do casal iriam pegar um avião de Buffalo para Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos. Antes do embarque começar, eles estavam esperando na fila destinada ao embarque familiar, o que permitiria que todos se sentassem juntos no voo.

Créditos: Reprodução / Facebook

Mas a companhia aérea Southwest Airlines proibiu a família de permanecer na fila, segundo relatos do próprio casal. Um dos agentes da empresa disse que eles deveriam sair da área. “Essa fila é apenas para embarque familiar”, teria alegado o funcionário.

Quando outro funcionário anunciou o início do embarque, o casal tentou embarcar no avião com os filhos, mas foram novamente bloqueados pelo agente. “Essa fila é para embarque familiar. Vocês não estão autorizados a embarcar, eu já lhe disse”, reforçou o funcionário.

A família teve que viajar separada. “Eu me senti um criminoso e fui totalmente humilhado”, disse Grant. Segundo ele, a filha de cinco anos teve que viajar entre dois estranhos. Ele conseguiu viajar junto dos filhos gêmeos de 3 anos. E o marido Sam também ficou distante do resto da família.

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O casal quer agora entrar com uma ação contra a empresa por discriminação e homofobia. A companhia afirmou em comunicado oficial, que o casal não pode embarcar junto porque eles estariam acompanhados da mãe de 83 anos de Grant, o que para o casal não faz o menor sentido.


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